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A VEZ DA FRANÇA



A Moody's rebaixou a nota da dívida de longo prazo da França, de AAA para AA1. No começo do ano, também a Standard and Poor's fizera o mesmo. Explicação: as "perspectivas econômicas de longo prazo estão afetadas de forma negativa por múltiplos desafios estruturais, com perda de competitividade gradual, mas contínua, e a falta de flexibilidade no mercado trabalhista, de bens e de serviços".

Não procede
O governo do socialista François Hollande retrucou, dizendo que fundamentos da economia são bons e as reformas estão sendo realizadas na França.

Sem exagero
Para o governo da Alemanha, o rebaixamento é um alerta para todos os países, mas pediu cautela ao que chamou de excesso de dramatização do corte.

Na defesa
O primeiro-ministro da Itália, Mario Monti, afirmou que a Eurozona supera sua crise da dívida e está determinada a preservar a moeda única. "Mais que uma moeda, o euro é símbolo da integração europeia", disse.

Queda mais suave
O PIB da Espanha ensaia fechar o ano em queda de menos que o 1,7% antes previsto, disse o primeiro-ministro Mariano Rajoy, já havendo "pequenos sinais de melhora" que levarão a melhor desempenho em 2013. Melhoras citadas: aumento nas vendas de imóveis e eletrodomésticos.

Recessão
O PIB da Zona do Euro retrocedeu 0,1% no terceiro trimestre, depois de ter caído 0,2% no trimestre anterior, segundo o Eurostat.

Greve geral
Greve nacional na Argentina, nesta terça 20 de novembro, convocada pela Central Geral dos Trabalhadores e pela Central de Trabalhadores Argentina, contra a inflação, por mudanças no piso para cobrança de imposto de renda e por aumento no salário mínimo.

Desemprego
O Indec, instituto de estatísticas argentino, calcula em 7,6% a taxa de desemprego no país no terceiro trimestre (7,2% no primeiro e 7,1% no segundo). Um ano antes, estava em 7,2% da população economicamente ativa.

Deflação
Boa notícia: na prévia dos dez dias entre 21 de outubro e 10 de novembro, a FGV detectou deflação no Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M): -0,16%, sobre alta de 0,15% no mesmo período do mês anterior. No atacado, a deflação foi de -0,35%, compensando altas de 0,23% no varejo e de 0,17% na construção civil. No mesmo período do mês anterior, todas as taxas estavam em alta: 0,01% no atacado, 0,52% no varejo e 0,21% na construção civil. Vamos melhorando.

O melhor ano
Para a Secretaria-Geral da Presidência, 2013 será o melhor ano da gestão Dilma Rousseff, com projetos amadurecendo e favorecendo a gestão econômica.






19 novembro 2012

(20/11/2012)