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NOVIDADE DA FGV: EMPREGO



Saiu o primeiro Indicador Antecedente de Emprego, elaborado pela FGV para antecipar movimentos do mercado de trabalho: em outubro, alta de 2,4%, confirmando a primeira sinalização de aceleração da oferta de emprego, observada em setembro (3,4%), depois de resultados negativos desde maio, nas comparações com o mês anterior. O indicador é montado com base em informações extraídas das sondagens sobre indústria, serviços e consumo do Instituto Brasileiro de Economia e será divulgado mensalmente.

E o comércio vai indo 1
Informa o IBGE: em setembro, o comércio varejista superou as vendas de agosto em 0,3% e a receita nominal em 1,0%. Em relação aos resultados de um ano antes, o volume agora foi 8,5% maior e receita nominal, 12,9% maior. De janeiro a setembro, os aumentos foram de 8,9% e 12,1%, sobre o mesmo intervalo em 2011. Nos últimos 12 meses, 8,1% e 11,5%, sempre na mesma ordem.

E o comércio vai indo 2
Quanto ao chamado varejo ampliado, que inclui as vendas de veículos e de material de construção, o IBGE apurou queda de 9,2% no volume e de 6,1% na receita nominal sobre agosto, mas aumento de 2,0% e de 3,6% sobre as de um ano antes. Na comparação dos acumulados janeiro-setembro, o deste ano teve alta de 7,8% no volume e de 9,0% na receita sobre o de 2011. Em 12 meses, as altas foram de 6,6% em volume e de 8,1%, na mesma base de comparação.

Os mais 1
Na comparação setembro/setembro, o varejo teve expansão em todo o Brasil, com as maiores taxas ocorrendo em Roraima (28,0%), Amapá (25,9%), Mato Grosso do Sul (20,9%), Espírito Santo (11,4%) e Mato Grosso (11,3%).

Os mais 2
Considerando a fatia de cada Estado na composição da taxa do comércio varejista, os destaques de alta foram, pela ordem, São Paulo (10,9%), Minas (7,0%), Rio Grande do Sul (7,1%) Bahia (9,1%), e Rio (3,1%).

Os menos
Incluindo veículos e material de construção (varejo ampliado), o IBGE verificou crescimento em 16 dos 27 Estados, com destaque para as taxas negativas do Acre (-6,6%), de Tocantins (-2,1%), do Rio (-1,6%), de Santa Catarina (-4,7%), da Paraíba (-3,4%), do Distrito Federal (-1,1%) e de Sergipe (-1,3%).

Pra cima
As vendas de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo cresceram 9,4% em setembro, sobre as de um ano antes - este foi o principal fator da alta (53% de participação).

Pra baixo
E as vendas de veículos, motos, partes e peças teve o pior desempenho de setembro, com queda de 9,5% sobre setembro 2011 e de 22,6% sobre agosto 2012, por causa da antecipação de compras ao final do prazo de fim de benefício fiscal, depois prorrogado até dezembro.





12 novembro 2012

(13/11/2012)