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PARA MEDITAR E PONDERAR
Um engenheiro paulista pensa na saúde e um advogado paranaense, na economia.
O engenheiro José B. de Ramos, de Santo André (SP), sugere uma reflexão sobre o que se segue: "Como se vê, muitos profissionais - ou futuros idem das áreas de saúde - andam por aí pelas ruas com seus guarda-pós brancos e instrumentos pendurados ao pescoço. Com isso, empenham-se graciosamente e firmemente na melhora e conservação das espécies microscópicas, via miscigenação e constante crescimento de vírus, bactérias, micróbios e outros parentes dos ditos-cujos, que circulam entre os hospitais e o mundo exterior e vice-versa". Que tal deixar pra vestir o avental só no hospital, no consultório ou no posto de saúde, minha gente?
O advogado Gelson João Sarolli, de Medianeira (PR), chama a atenção para o que considera uma roubalheira: "um cidadão financiou R$ 2.764,95 por 24 meses, comprometendo-se a pagar parcelas mensais de R$ 190,06, com taxa de juros mensal de 4,46%, ou anual de 68,81%, segundo o contrato. Ocorre que, essa taxa, dividida por 12 meses, resulta em 5,73% (capitalização não expressa no contrato, mas efetivamente cobrada), TAC de R$ 230 (ilegal), TEC R$ 1,93 por boleto (afanação), dando total pago de R$ 5.949,44, quase o dobro."
(28/04/2010)
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